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O fluxo positivo de quem compõe um ecossistema de inovação

 

A economia do compartilhamento é uma expressão genérica com muitos sentidos. Entre as principais características dessa atividade “open source” está a ideia de que ela é voltada à produção de valores em comum, baseada em uma nova organização de trabalho. Na teoria, o conceito já é interessante, mas na prática é sensacional. Em um ecossistema de inovação, o compartilhamento funciona com um grande propulsor de iniciativas, de profissionais liberais, de empreendimentos e de negócios.

Aqui, na Fábrica do Futuro, em pouco tempo, existem exemplos desse modelo que estão proporcionando perspectivas positivas, tanto para o ecossistema quanto para seus parceiros, como é o caso da Be Good, uma empresa de comunicação que busca encontrar propósito nas marcas ou validar essa proposta junto aos seus públicos de interesse.

Mas, antes de falar dessa relação saudável com nosso inquilino, vamos te apresentar uma razão para imaginar o seu negócio dentro desse contexto. Pense em uma ideia digna de revolucionar um mercado, volte-se para esse propósito, abra uma startup e procure seus pares. Não se isole em uma ilha, cresça de mãos dadas e se fortaleça por meio da ação coletiva. Faça uma analogia com um shopping center e questione as razões que levam as marcas a se reunirem neste mesmo ambiente.

Em um primeiro momento, seja em um ecossistema de inovação, como a FdoF, ou em um grande centro comercial, a estrutura surge como um excelente argumento para empreendimentos estejam alocados em ambientes compartilhados. No hub, por exemplo, pensamos em salas de reuniões, internet livre, auditórios, coworking, entre outros. Já em um shopping, mencionamos a segurança, o conforto, a localização, a circulação de pessoas. De fato, a estrutura surge como um diferencial para qualquer segmento de negócio.

Só que isso é apenas a base para o sucesso. Boas ideias, boa imagem e reputação, interesses em comum, entre outros fatores, fazem com que a presença física em um mesmo ambiente seja um fator estratégico para o sucesso dos negócios. Em um hub, a presença de público atrai boas startups. Logo, com um número relevante de boas startups você atrai um público recheado de bons clientes. Nesse sentido, podemos citar a importância do papel das scale-ups – startups consolidadas que acabam gerando resultados positivos a todo o ecossistema por questões como confiabilidade e networking elevados. Como são referências, scale-ups acabam potencializando negócios a todos os organismos que fazem parte do mesmo ecossistema de inovação.

Voltando ao exemplo citado no início do artigo, sobre a Be Good, essa ideia de gerar propósito nas marcas não precisa ser algo tão grandioso com o potencial para mudar o mundo, mas que tenha impacto social e que seja genuíno, fazendo a diferença para alguém. Desde que ingressou aqui na Fábrica, a Be Good possui dois projetos com a nossa parceria: o Unum – músicas para mudar o mundo – e o Fearless Inovation – por trás de um cara com uma grande ideia, existe um ser humano cheio de incertezas.

Pelo Unum, a Be Good quer pegar um tema e, por meio da arte, criar empatia sobre o assunto, gerando recursos para a causa. O Unum foi lançado no 1º Tech Art Festival, em março, evento de inauguração da Fábrica do Futuro. Na ocasião apresentaram o teaser de “Boy In The Wood”, primeiro conto do projeto. Nele, através da música clássica, temos a possibilidade acompanhar as aventuras de um menino autista que se perde em uma floresta que está dentro da sua própria mente.

Já o Fearless Inovation, que tem um viés de humanização do empreendedorismo, é um desafio em que a Be Good entrevista especialistas em humanidades com relatos sobre histórias de empreendedores. O objetivo é criar uma plataforma com assinatura mensal para acesso a histórias inspiradoras. Uma produção de conteúdo com grandes players mundiais.

Fora esses dois pilares iniciais de atuação, a Be Good já conquistou um cliente sob a chancela da Fábrica do Futuro. Além disso, Eduardo Alvim, founder da Be Good, vê uma mudança de mindset nos seus funcionários a partir desta parceria. “Eles querem envolver tecnologia no nosso trabalho, estão inspirados para promover uma mudança de comportamento para criar conexão. Dentro da FdoF, vem um sentimento foda de sentir-se abraçado para tentar coisas novas, que podemos sentar ao lado de alguém capaz de abrir a nossa cabeça. O ganho é muito maior do que estar em uma sede individual, porém isolado e sem essa troca. Nos sentimos mais desafiados a fazer coisas diferentes e viver novas experiências”, expressa.

Na Be Good, de acordo com Eduardo, a sensação é que a atmosfera da Fábrica do Futuro faz com que todo mundo tenha ideias o tempo todo, chegando ao ponto de estancar o processo criativo para dar vazão ao trabalho que já está concretizado. Assim como essas iniciativas incríveis, em futuros artigos, vamos seguir apresentando nossos parceiros e, quem sabe, assim como todos que fazem parte do nosso ecossistema, você poderá protagonizar uma história que sirva como inspiração para mentes inquietas que queiram fazer parte da nossa sociedade de formigas.

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